Benfica-Bayern Munique visto à lupa: Traídos pela ineficácia
Resultado pesado numa boa exibição do Benfica
Seguir Autor:
Jogo extremamente competitivo até ao primeiro golo do Bayern. O Benfica apresentou-se no habitual 5x4x1 no momento defensivo, a desdobrar-se num 3x4x1x2 no momento ofensivo. Perante a abordagem pressionante dos bávaros, a equipa de Jorge Jesus foi procurando a construção de jogo a partir de trás para atrair a pressão do Bayern e explorar o espaço na profundidade em situações 1x1/2x2 de Darwin e Yaremchuk com Süle e Upamecano. A equipa de Julian Nagelsmann assumiu o controlo da posse de bola, remetendo muitas das vezes o Benfica para o seu meio campo defensivo. Com as linhas defensiva e média bem próximas, e com os centrais a encurtar espaço e condicionar os adversários que se encontravam entre linhas, o Benfica foi sendo capaz de retirar capacidade de criação ao Bayern por zonas interiores. A maior ameaça à baliza do Benfica surgiu pelos corredores laterais, nomeadamente através de Coman [1].