Benfica-Leipzig visto à lupa: Banho de realidade
Taarabt assumiu o jogo de forma arrojada, criando desequilíbrios no 1x1
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O triunfo do Leipzig foi inequívoco. A formação de Nagelsmann, que abdicou do habitual 3x5x2 pelo 4x4x2, foi superior, até pela forma como consegue impor um ritmo altíssimo, fruto de diferenças consideráveis na celeridade de pensamento, de reação e de deslocamento. O que se tornou mais evidente ante um Benfica debilitado pela ausência de unidades nucleares, obrigando Lage a realizar apostas inesperadas. Se a resposta de Tomás Tavares foi notável, com exceção do erro posicional que originou o 0-2, a titularidade de Cervi e de Jota revelou-se curta para a dimensão Champions.