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Encarnados reagem à bronca no VAR na final da Taça de Portugal, no lance envolvendo Matheus Reis e Belotti
O Benfica reagiu à bronca no VAR na final da Taça de Portugal, considerando que a "verdade desportiva foi gravemente adulterada" nesse encontro com o Sporting, que terminou com a vitória dos leões no prolongamento e consequente conquista da prova. No acórdão do Conselho de Disciplina da FPF, a que Record teve acesso, ficou registado um desentendimento na sala de videoarbitragem, com o VAR Tiago Martins a considerar o pisão de Matheus Reis a Belotti, aos 90'+5, como "conduta violenta", mas sem que tivesse havido consenso entre os AVAR no sentido de se chamar o árbitro principal Luís Godinho para analisar o lance, que passou sem punição em campo - o lateral leonino foi agora castigado com 4 jogos por este ato, mais 1 devido a declarações que lhe são atribuídas, a frase "aqui nós pisa na cabeça".
Face a isto, o Benfica passou ao ataque e pediu responsabilidades. "O conteúdo da decisão confirma, de forma inequívoca, que os erros cometidos pelo VAR Tiago Martins e pelos AVAR Vasco Santos e Sérgio Jesus tiveram impacto direto no resultado da partida e colocaram em causa a integridade da competição. Sem meias-palavras: esses erros privaram o Benfica de um título que era seu por mérito e desempenho estritamente desportivo. Estes factos não podem ser relativizados, ignorados ou branqueados. O Sport Lisboa e Benfica exige a suspensão imediata dos quadros da arbitragem de todos os elementos envolvidos neste colossal erro de avaliação e julgamento", pode ler-se na nota das águias.
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O Benfica acrescentou ainda que, "com o apoio da sua equipa jurídica, está já a trabalhar noutras ações no âmbito da justiça desportiva, tanto em território nacional como internacional, para garantir que este caso não fica sem consequências exemplares". "O Benfica tudo fará – dentro dos canais legais e institucionais – para defender os interesses do clube, os princípios da competição e o respeito pelos seus adeptos. A verdade desportiva não se contorna nem se arquiva. Defende-se, sem hesitações", acrescenta.
Neste sentido, o clube encarnado lança cinco questões às entidades responsáveis pelo futebol português: "Para quando uma pronúncia pública por parte do Conselho de Arbitragem sobre os acontecimentos que marcaram a final da Taça de Portugal? Que consequências concretas retiram os responsáveis do futebol português face à gravidade deste caso? Que conclusões tira a Federação Portuguesa de Futebol de uma reforma da arbitragem apresentada como resposta à exigência de mudança, mas que se revela claramente insuficiente perante os desafios do futebol moderno? Para quando a divulgação pública dos áudios do VAR relativos à final da Taça de Portugal, formalmente requerida pelo Sport Lisboa e Benfica no passado dia 26 de maio? Haverá, de facto, consequências para erros que não se limitam à negligência, mas que podem revelar indícios de dolo?"
Comunicado do Benfica:
"Em face do recente acórdão do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, fica claro que a verdade desportiva foi gravemente adulterada na final da Taça de Portugal 2024/25.
O conteúdo da decisão confirma, de forma inequívoca, que os erros cometidos pelo VAR Tiago Martins e pelos AVAR Vasco Santos e Sérgio Jesus tiveram impacto direto no resultado da partida e colocaram em causa a integridade da competição.
Sem meias-palavras: esses erros privaram o Benfica de um título que era seu por mérito e desempenho estritamente desportivo.
Estes factos não podem ser relativizados, ignorados ou branqueados. O Sport Lisboa e Benfica exige a suspensão imediata dos quadros da arbitragem de todos os elementos envolvidos neste colossal erro de avaliação e julgamento.
Quem demonstra tamanha incompetência e falta de critério não pode continuar a intervir em jogos profissionais. A sua continuidade em funções seria um insulto ao futebol português e à sua credibilidade.
O Clube informa ainda que, com o apoio da sua equipa jurídica, está já a trabalhar noutras ações no âmbito da justiça desportiva, tanto em território nacional como internacional, para garantir que este caso não fica sem consequências exemplares.
O Sport Lisboa e Benfica tudo fará – dentro dos canais legais e institucionais – para defender os interesses do Clube, os princípios da competição e o respeito pelos seus adeptos.
A verdade desportiva não se contorna nem se arquiva. Defende-se, sem hesitações.
Em face do exposto, perante tudo o que sucedeu no final da época passada e o arranque de uma nova temporada, o Sport Lisboa e Benfica exige esclarecimentos urgentes e que se assumam responsabilidades.
Nesse sentido, o Clube dirige publicamente as seguintes questões às entidades que tutelam o futebol português:
Para quando uma pronúncia pública por parte do Conselho de Arbitragem sobre os acontecimentos que marcaram a final da Taça de Portugal?
Que consequências concretas retiram os responsáveis do futebol português face à gravidade deste caso?
Que conclusões tira a Federação Portuguesa de Futebol de uma reforma da arbitragem apresentada como resposta à exigência de mudança, mas que se revela claramente insuficiente perante os desafios do futebol moderno?
Para quando a divulgação pública dos áudios do VAR relativos à final da Taça de Portugal, formalmente requerida pelo Sport Lisboa e Benfica no passado dia 26 de maio?
Haverá, de facto, consequências para erros que não se limitam à negligência, mas que podem revelar indícios de dolo?
O Sport Lisboa e Benfica continuará a exigir respostas, transparência e responsabilização. O silêncio e a inação não servem o futebol português. A verdade desportiva exige compromisso, coragem e consequências."
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