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As qualidades que lhe são reconhecidas, profissionais e humanas, fazem com que sejam muitos os elogios dirigidos por quem com ele já trabalhou
Bruno Lage trocou um lugar como adjunto de Carlos Carvalhal pelo banco do Benfica B a pensar na família, como o próprio afirmou. "O que me fez vir para a equipa B foi poder ser pai além de ser treinador. O meu filho tem 3 anos e praticamente não o vi nascer. Quando o presidente falou comigo para vir, vi um projeto sólido que me permite estar mais perto de casa", afirmou o técnico a 30 de novembro, depois de uma vitória, no Seixal, do Benfica B sobre o Estoril.
Certo é que, ainda que provisoriamente, Bruno Lage vai assumir o cargo de líder máximo da equipa, existindo a certeza de que o conhecimento que tem do universo benfiquista é visto na SAD encarnada como um ponto a favor nesta altura.
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O treinador, recorde-se, está na segunda passagem pelo Benfica, depois de ter treinado as camadas jovens – iniciados e juvenis – entre 2004 e 2012. Depois de uma passagem pelo Al Ahli, do Dubai, de 2012 a 2014, integrou a equipa técnica de Carlos Carvalhal e assumiu funções como adjunto no Sheffield Wednesday, do Championship, transferindo-se, já na época de 2017/18, para o Swansea, da Premier League.
As qualidades que lhe são reconhecidas, profissionais e humanas, fazem com que sejam muitos os elogios dirigidos por quem com ele já trabalhou, nomeadamente os jogadores da formação encarnada. Agora, Lage tem o primeiro teste de fogo verdadeiro da carreira.
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