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Rodrigo Magalhães conta a história do jovem prodígio que após vencer o Mundial estava preocupado em melhorar... o remate de pé direito
Não há uma receita clara para se ser um futebolista de sucesso, mas, dificilmente, se atingirá o topo sem muito trabalho. Anísio Cabral viveu uma noite de sonho ao marcar 62 segundos depois de ter feito a estreia na equipa principal do Benfica, frente ao E. Amadora (4-0), um momento que é o culminar de um percurso de superação na formação benfiquista. O nome do jovem, de 17 anos, já andava nas bocas do mundo desde a conquista do Mundial Sub-17, mas Mourinho deu-lhe a oportunidade no domingo e o avançado não defraudou as expectativas. Na ressaca dessa partida histórica, na qual Anísio marca após cruzamento de Daniel Banjaqui, da mesma idade, Record falou com Rodrigo Magalhães, um dos homens fortes da formação encarnada nas duas últimas décadas e que saiu, no verão passado, para os árabes do Neom. Rodrigo Magalhães viu Anísio chegar aos traquinas - realça que passou por todos escalões de formação das águias -, viu-o crescer, evoluir, mas nunca perdeu a humildade e a capacidade de trabalho e até nos conta uma história recente, quando esteve com Anísio e os outros seis jovens do Benfica que fizeram parte da equipa, após a conquista do Mundial Sub-17.
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