Termina a conferência
Bruno Lage deixa a sala de imprensa e termina a conferência.
Treinador do Benfica na antevisão ao jogo com o Feyenoord, marcado para quarta-feira (20 horas)
Bruno Lage deixa a sala de imprensa e termina a conferência.
"Vamos ser muito claros sobre isso. O Renato tem feito um trabalho longo. Tínhamos uma previsão de que pudesse regressar ligeiramente mais cedo, depois ligeiramente mais tarde, e o que posso confirmar é que está convocado para amanhã. Mas tivemos mais uma baixa, que foi o Leandro Barreiro".
"Entendo a questão, para quem olha para os resultados. Não me vejo melhor ou pior treinador em função dos resultados. Claro que ajudam, mas a minha passagem por Inglaterra, fundamentalmente, deu-me outras experiências que não tinha. Mas isso faz parte de qualquer treinador. À medida que vai fazendo mais jogos, mais treinos, claro que vai evoluíndo. Esse é o princípio da aprendizagem: quantas mais experiências tivermos, mais aprendizagem. Pela minha forma de trabalhar, aprendemos muito nas análises que fomos fazendo, quer dos adversários, mas fundamentalmente da nossa equipa. Não partimos para o jogo seguinte sem perceber muito bem o nível da equipa em cada momento, para depois perceber se determinada estratégia foi ou não concretizada. E isso, como digo, é o princípio de qualquer aprendizagem e evolução".
"Estou muito contente com o contributo de todos os jogadores. Há uns que têm jogado mais, o Fredrik e o Orkun têm desempenhado um excelente papel, mas há outros que têm feito um excelente trabalho. Relativamente a ele, estamos muito satisfeitos com ele, por isso é que o Benfica o foi buscar e fico feliz de ter um jogador com a sua competência".
"Olhe, ainda bem que recorda isso. Estou no Benfica desde 2004 e, desde esse momento até hoje, o que controlo são as minhas funções. Como treinador de escolas, sub-15, sub-17, sub-19, equipa B e equipa principal. O meu foco é o jogo de amanhã".
"A nossa forma de trabalhar é que importa, não é fazendo comparações com o passado. É olhar para os jogadores e perceber que contributo podem dar em determinadas posições. Há vários exemplos de jogadores que fazem mais de uma função. É importante haver um entendimento da nossa parte sobre isso. Depois, a nossa forma de trabalhar é sermos assertivos com eles. Vão para dentro de campo com uma ideia muito clara do que pretendemos. Foi isso que preparámos até agora, amanhã vamos ter duas conversas com os jogadores, e depois o jogo é deles".
"Responsabilidade e confiança. Mas a responsabilidade vem do trabalho diário, e o que fizemos nas duas semanas depois desse jogo foi um bom exemplo de como queremos preparar os jogos. E depois, além da confiança que vem das boas exibições, é a forma como passamos a mensagem aos jogadores e eles conseguem interpretar. Estão confiantes, seguros, vão para campo cientes do que têm de fazer, e nós, enquanto staff e treinadores, vamos com confiança também".
"Não vou entrar nessa lengalenga. Vocês acabaram de ver um bom exemplo. Quase fiquei sem palavras depois da conferência do Fredrik, está completamente focado no jogo de amanhã. Temos de ir para o jogo com total ambição, conquistarmos os três pontos. Ainda para mais num formato diferente. Há uma teoria [de pontos necessários], mas queremos assegurar a prática. Seis pontos não garantem nada e amanhã queremos juntar mais três."
"O que importa é realçar que o trabalho que fizemos não foi só com o At. Madrid. Preparamos sempre os jogos da mesma maneira. Saber o que fizemos bem no jogo anterior e conhecer ao detalhe o adversário seguinte. Propor uma estratégia, praticá-la e depois sentir a confiança dos jogadores. É isso que temos feito. Estamos confiantes, preparámos o jogo muito bem e a nossa confiança vem da parte de, quando estamos a transmitir a nossa ideia, os jogadores também sentirem essa confiança. É esse o nosso objetivo. Amanhã, perante os nossos adeptos, voltar a fazer um grande jogo".
Que leitura faz do Feyenoord?
"Acho que vai ser um desafio interessante, e o importante é identificar os pontos fortes da equipa, a forma como atacam e pressionam. É um adversário difícil, de Champions, e a Champions é a competição mais difícil de clubes. Cabe-nos estar preparados e dar uma resposta muito boa à imagem do que fizemos com o At. Madrid. É essa a nossa ambição e estamos confiantes, senti os jogadores preparados".
É importante o conhecimento que Kökçü, Aursnes e Pavlidis têm do campeonato holandês?
"Sim, mas também queria realçar o que fizemos no jogo da Taça, foi igual. Também nos preparámos, a equipa entrou de forma séria. É sempre assim que encaro as coisas e é essa a imagem que quero passar para os jogadores. É normal que, nestes jogos, a motivação esteja em alta, principalmente depois do que fizemos contra o At. Madrid. É essencial recolher informações de todas as formas. Penso que fizemos um bom trabalho na preparação, mas o que conta é a seguir e é aí que temos de dar a resposta".
Caso o Benfica ganhe, poderá continuar num grupo cada vez mais restrito na tabela. Isso conta antes do jogo?
"Acho que não. Como não falamos nesses aspetos, acho que não conta muito. O mais importante é que os jogadores estão muito focados no que temos de fazer: como defender, pressionar, atacar, que espaço explorar, como iniciar o jogo, enfim. São tantos detalhes que a atenção não pode ir para outros fatores, só para o que controlamos".
Bruno Lage faz esta terça-feira, pelas 13h30, a antevisão ao Benfica-Feyenoord, da 3.ª jornada da Liga dos Campeões, marcado para amanhã, pelas 20 horas. Acompanhe aqui, ao minuto, todas as declarações do treinador das águias.
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