«Cada clube dá a importância que dá em termos de rotação»
Fala-se muito da sobrecarga de jogos. Justifica-se a realização da Allianz Cup neste período?
"Em relação às competições europeias, é verdade [que ficamos com muitos jogos]. Para mim, sinceramente, falamos de uma competição doméstica muito importante. Para clubes da nossa dimensão, fazer um jogo e ter uma oportunidade de jogar uma final... Não vejo isso como sobrecarga. Se há duas taças domésticas, é normal que tenhamos de jogar as competições. E depois cada clube dá a importância que dá em termos de rotação. Se olharmos só para um onze, acaba por ser uma densidade muito grande. Se olharmos para um plantel competitivo e com duas opções por posição, acabamos por poder dar oportunidades a muita gente. Temos algumas lesões e condicionantes para fazer o que temos feito na Liga Europa, mas não há que lamentar a densidade de jogos. Posso até falar contra nós, mas é uma opinião minha. Se formos analisar o nosso regresso das paragens internacionais... Fizemos o jogo com o V. Guimarães, depois competições europeias, e depois um jogo de fim-de-semana que não existiu da Taça [de Portugal]. Não há muito que lamentar. A densidade de jogos é o que é e temos de nos preparar para a época e para todas as competições, se assim ambicionarmos".