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Águias admitem ir para Tribunal e acreditam que processo será deferido nas próximas semanas
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A ERC vetou a licença para a Benfica FM operar, o que faz com que esta só possa ser ouvida online. As águias contestaram esta decisão e acreditam que a situação será resolvida nas próximas semanas, até porque esta situação está a causar prejuízos à SAD encarnada, como refere José Gandarez, vice-presidente do clube, em declarações à BTV, onde é revelado que processo pode acabar em Tribunal.
"Estamos orgulhosos da Benfica FM. É uma aposta muito grande que queremos continuar a fazer na nossa ligação aos adeptos e sócios mostrando os nossos conteúdos, a nossa vida e ecletismo. Nas primeiras duas semanas tivemos mais de 300 mil ouvintes. Estamos bastante felizes com a Benfica FM, mesmo com o constrangimento de ser só digital o que nos causa prejuízos elevados. É um projeto sustentável que o Benfica acredita que em 3 ou 5 anos conseguirá ter receitas positivas, mas limitado ao digital, a nossa estrutura de custos não esta adequada à receita. E a ERC deveria ter a sensibilidade nos timings de decisão, no prejuízo que nos está a causar. Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão, mas não tem respaldo jurídico e vivemos num estado direito democrático. Se está dentro da lei, o projeto tem de ser deferido", apontou o dirigente das águias, que considera incompreensível este indeferimento por parte da ERC.
"A decisão não faz sentido, por ser diferente da jurisprudência do passado da ERC. Penso que será a primeira vez que um contrato de associação está a ser negado. Antes de arrancar com o projeto, o Benfica viu os requisitos e o que apresentámos foi de acordo com a lei, cumprindo todos os requisitos. É muito estranho que passado este tempo todo não tenha sido deferido a frequência FM. Continuamos a comunicar, a operar acima de tudo digitalmente, quer na aplicação quer no website. A ideia que a Benfica FM chegaria a menos público é falso. Nos primeiros três meses de Benfica FM conseguimos mostrar que o nosso raio de alcance é muito superior. Mas a ERC não pode dizer que confere menor diversidade e não fundamentar. Faz um juízo prévio em que entende que a Benfica FM colocaria em causa o pluralismo. Respeitamos o pluralismo, o conteúdo da rádio é auditável, estamos há 3 meses no ar, algo que todos podem verificar. A ERC diz logo que não será plural. Nem nos dá a oportunidade de operar. São estas as duas fundamentações que a ERC invoca. Decisão que contestamos. A Benfica FM é plural. Somos uma rádio que oferece entretenimento, respeito, música generalista. Quem é o jurista da ERC que acha que uma rádio de música alternativa de nicho tem mais alcance que a rádio Benfica. Não se pode ser levado a sério. É estranho ter havido decisão provisória desta natureza. Apelamos a que a lei seja cumprida e que os próprios deputados da AR confrontem o conselho da ERC sobre este processo", apontou Gandarez.
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