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Treinador fala sobre a saída do Benfica, a batalha jurídica que travou com o clube e ainda aquilo que o fez regressar
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Passado, presente e futuro. O regresso de Jorge Jesus ao Benfica é falado nos três tempos verbais e o próprio não se esquece disso mesmo.
Em entrevista à BTV, o treinador falou sobre o que o levou a abandonar a Luz e ingressar no rival Sporting, no motivo que o fez regressar e ainda abordou aquele que poderá ser o futuro sobre a sua carreira enquanto treinador.
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"O futebol são ciclos. E as pessoas que altura achavam que o meu ciclo no Benfica tinha acabado, assim o determinou. O futebol é assim. É como agora. As pessoas que estão no Benfica determinaram que o ciclo no Benfica tinha de mudar e contrataram-me. As pessoas não podem ficar melindradas. Nunca tive num estádio com 70 mil pessoas durante todo o jogo a gritar pelo meu nome. Nunca tive e não vou ter, a não ser que volte para lá [Flamengo]. Não havia outra pessoa que me pudesse tirar de lá a não ser Luís Filipe Vieira. Foi ao Brasil e trouxe-me de volta. Só assim", começou por dizer o técnico.
Futuro "dificilmente" passará por encerrar a carreira no Benfica
"Nunca tive nenhuma afirmação que pudesse pôr em dúvida o meu trabalho durante o Benfica. Fui simplesmente para outro rival. Sempre tive uma aproximação muito grande com o presidente. Nunca houve um presidente que tivesse entrado na minha casa, só o presidente do Benfica o fez. Ele apenas esteve em defesa dos direitos do Benfica e eu do Sporting. Não me arrependo de nada. Eu só tentei defender a minha entidade patronal e o Benfica a mesma coisa. Não gosto de falar muito nisso. O facto de eu estar no Benfica neste momento é porque eu fiz um trabalho que foi bom. Dificilmente vou acabar a minha carreira no Benfica. Não sei o dia de amanhã. Posso acabar a carreira no Benfica, mas não sei. O presidente ofereceu-me quatro anos e no final foram só dois. Eu só queria um. [Base da decisão] Queria voltar ao Benfica, queria voltar a Portugal", concluiu.
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