Júlio Machado Vaz: «Aos 14 ou 15 anos, a minha mãe deixava-me ir de comboio a Lisboa ver o Benfica»

Aos 73 anos, o psiquiatra e sexólogo abre o seu livro na sala de casa no Porto

• Foto: Ricardo Meireles/Sábado
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O psiquiatra e sexólogo diz-se preguiçoso militante, apesar das 18 obras publicadas, uma carreira académica, programas de TV e rádio, consultas e recitais de poesia. Aos 73 anos, abre, em entrevista à 'Sábado' o seu livro na sala de casa no Porto.

Porque é adepto do Benfica quando toda a gente aqui é do FC Porto?



Ainda há dias a rotunda da Boavista esteve cheia de benfiquistas a festejarem o título. Eu estava lá em cima, em Cantelães [Vieira do Minho]. A razão é muito simples: a minha avó e a minha mãe eram benfiquistas. O meu pai chegou a jogar no FC Porto, era extremo-esquerdo nos infantis e dizia: "Depois não cresci e não continuei a carreira de futebolista." Recordo-me que, aos 14 ou 15 anos, a minha mãe deixava-me ir de comboio a Lisboa ver o Benfica. Regressava no mesmo dia, no último comboio, ou dormia duas ou três horas na estação e apanhava o primeiro da manhã. Sentia-me um aventureiro em Santa Apolónia. [Risos]

Leia a entrevista completa aqui.

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