Lesões e castigos dificultam tarefa de Schmidt em estabilizar o onze: Só repetiu a equipa uma vez
Entre algumas curiosidades da presente época dos encarnados, está o facto de já ter utilizado três guarda-redes e quatro jogadores terem atuado a lateral-esquerdo
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Roger Schmidt, de forma desassombrada, assumiu que, ao fim de 11 jogos, a equipa ainda está longe do auge, o que pode ser, também, explicado pela dificuldade em assentar num onze base. Seja por castigos ou lesões, o técnico tem sido obrigado a fazer mudanças constantes na equipa e incapaz de apresentar aquele que seria, teoricamente, o onze mais forte. Por exemplo, quando comparado com a época transata, não estabeleceu ainda a alternativa para Grimaldo – já jogaram quatro jogadores na posição de lateral-esquerdo – nem para Gonçalo Ramos, ainda que Musa comece a consolidar a sua posição, diante de Arthur Cabral. E em duas partidas, Schmidt já abdicou de apresentar um ponta-de-lança mais fixo. Só entre as partidas do Vizela e do Salzburgo é que o técnico não fez qualquer mexida na equipa inicial.