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Ex-presidente do Benfica garante que houve também "problemas com a Emirates"
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Luís Filipe garantiu que o caso dos emails deitou por terra um negócio entre o Benfica e um parceiro na China, que iria entrar no capital da SAD encarnada a troco de 79 milhões de euros - no espaço de cinco anos. O ex-presidente das águias diz ainda que a divulgação da correspondência eletrónica causou também "problemas com a Emirates".
"Não via o Porto Canal. No dia seguinte, deram-me essa informação e tomei medidas. O Benfica, em termos europeus, é sobejamente idóneo. No passado recente não havia ninguém que não elogiasse o Benfica. Estava, naquela altura, com um grupo chinês, o Benfica ia receber 79 milhões de dólares desse grupo. Tivemos problemas com a Emirates... O Benfica foi altamente lesado na sua própria imagem. Era só o tema de que se falava, não se conseguia trabalhar. Foi de tal ordem desgastante que ninguém pode imaginar. Aquilo era tão desgastante. Foi quando disse que não podíamos continuar a resolver este problema e tínhamos de contratar advogados que tomassem conta do processo", afirmou Vieira no Campus da Justiça, em Lisboa, no âmbito do julgamento do caso dos emails, onde é hoje ouvido depois de se constituir como assistente.
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O ex-líder benfiquista diz que esta parceria iria acontecer antes de a OPA ser ponderada: "Estavam em causa 79 milhões de dólares. Esse negócio perdeu-se. Estão lá os documentos, as cartas. O meu pensamento, em termos estratégicos, tem muito a ver com um padrão idêntico ao Bayern Munique. Precisava de ter parceiros com credibilidade. Isso sucede que antes de pensarmos na OPA, havia um parceiro na China disponível para poder entrar no capital do Benfica. Tínhamos contrato assinado, eram 79 milhões de dólares que entravam em cinco anos".
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