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Candidato à presidência do Benfica quer ver atual direção a tomar uma posição forte nesta matéria
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Martim Mayer considera que o processo de centralização de direitos televisivos tem sido mal conduzido e pede uma intervenção forte da direção encarnada que, na opinião do candidato à liderança das águias, tem sido marcada por alguma "passividade". O gestor quer ver a entrada de um parceiro estratégico e, se tal não acontecer, será o clube da Luz a pagar a fatura.
"A Liga centralização pretende negociar os direitos televisivos sem investimento e tornando-se instantaneamente num especialista na matéria. Como se isso fosse possível! Se assim for, o resultado só pode ser mau e esta oportunidade para o futebol português sairá fracassada. Pior, teremos 17 clubes a hipotecar o futuro do futebol português em troca de um encaixe financeiro que será feito à conta de um só clube: O Benfica. E isso é inadmissível", pode ler-se na tomada de posição de Martim Mayer, que considera ser "incontornável" um investimento através da entrada "de um parceiro estratégico":
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"Se olharmos para o exemplo da Liga espanhola e da Liga francesa, verificamos que em ambos os casos houve a entrada de um investidor institucional que garantiu capacidade de investimento para melhorar o produto televisivo e também o posicionamento estratégico de quem já está bem implementado nos canais de venda do produto. Um especialista na área e não alguém sem qualquer experiência ou implementação no negócio. A Liga centralização já recebeu propostas semelhantes de várias instituições estratégicas no setor, para fazerem o que é também inevitável para a Liga Portugal: investir 400 milhões de euros direcionados para a melhoria da infraestrutura dos Estádios de todos os clubes da Liga para uma melhoria drástica do produto televisivo e, simultaneamente, colocar o produto futebol português no Mundo através dos mesmos canais com que têm divulgado as ligas anteriormente referidas. É para mim inaceitável deixar que este processo progrida, e se a atual direção do Benfica se mantiver com este grau de passividade, o prejuízo para o clube será gigantesco".
Esse é o motivo que leva Mayer a considerar que as águias precisam de liderar o processo e começar "por denunciar esta situação".
"Não pode continuar a deixar que o processo avance sem a sua decisiva participação. Pelo contrário, tem de garantir que a via escolhida é a certa para o futebol português e é a certa para o Benfica: defender de imediato a entrada do parceiro estratégico e marcar o ritmo do processo de negociação e concretização da operação. Ou será que 40% das receitas do clube não têm suficiente peso eleitoral para que se preste ao tema a devida atenção? Não basta apontar o dedo ao que está a ser mal feito porque isso não resolve o problema. É preciso indicar a solução. Esta é a solução que proponho e apelo a todos os Sócios para que juntos façamos a pressão necessária para garantir a defesa dos interesses do Benfica. É que neste processo de centralização dos direitos televisivos, não há meio termo: ou paga o investidor estratégico ou paga o Benfica".
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