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12 abril

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O comparativo entre Schmidt e Bruno Lage: afinal, o Benfica é melhor com quem?

GoalPoint analisou a última primeira volta do alemão (em 2023/24) e o percurso do técnico setubalense na presente edição da Liga

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• Foto: Direitos Reservados

Depois de um arranque de época amorfo, então sob a liderança de Roger Schmidt, o Benfica reagiu com a mudança de treinadores e elevou o nível exibicional com a chegada de Bruno Lage, construindo uma série de oito vitórias na Liga Portugal Betclic. Contudo, os encarnados, que ainda passaram o Natal na liderança, tiveram uma quebra algo inesperada e ocupam atualmente o terceiro lugar, a dois do FC Porto e a três do Sporting, ainda que os dragões possam aumentar a vantagem caso vençam o jogo em atraso com o Nacional. Certo é que esta irregularidade das águias pôs um fim ao estado de graça de Bruno Lage, que tem sido alvo de críticas e até de comparações com o antecessor.

Ora, a GoalPoint quis saber se o Benfica efetivamente melhorou com a entrada de Lage e estabeleceu um comparativo entre a última primeira volta de Schmidt, em 2023/24, e o percurso do técnico setubalense na presente edição da Liga, sem contar, naturalmente, com as primeiras 4 jornadas, disputadas pelo timoneiro alemão.

Analisando o desempenho médio por jogo, é possível atestar que o Benfica apresenta uma quebra generalizada em diversos parâmetros estatísticos, como é o caso da produção ofensiva. O Benfica de Schmidt rematava mais (18 contra 16) e as tentativas tinham uma probabilidade maior (13% contra 12%) de dar em golo, sendo que também criava mais ações na área (35 contra 33) e ocasiões flagrantes (4 contra 3). O futebol do Benfica de Schmidt também era mais associativo, se tivermos em conta o números de passes (544 contra 504).

A equipa de Lage acaba, no entanto, por ser mais consistente no momento defensivo: totaliza mais ações defensivas (17 contra 15), permite menos remates (9 contra 11) aos adversários e esses remates também não têm tanta probabilidade de acabar dentro da baliza dos encarnados (7% contra 9%). Ainda assim, o conjunto orientado pelo timoneiro setubalense permite mais ações às outras na sua própria área (17 contra 12).

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