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19 abril

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O dia em que Yuran "recusou" bota de Eusébio

O dia em que Yuran "recusou" bota de Eusébio
O dia em que Yuran "recusou" bota de Eusébio

•Não serão muitos os que podem orgulhar-se de alguma vez terem dito“não” a Eusébio da Silva Ferreira. Yuran pôde fazê-lo, ainda que em circunstâncias especiais. Estava o Juventus-Benfica nos primeiros minutos da 2.ª parte quando o russo perdeu a bota direita.

Saiu de campo, esteve à espera, exigiu que lhe fossem buscar chuteiras novas ao balneário e ainda recusou a bota de...Eusébio.O King sentava-se no banco e deu-lhe a sua chuteira para que o atacante não estivesse mais tempo parado, visto que oBenfica já perdia por 2-0. Yuran “recusou” a oferta por ser um número acima, mas isto serviu para a “Gazetta delloSport” ilustrar a paupérrima exibição do avançado.“Yuran até perdeu a ocasião, irrepetível, de jogar com a bota de um dos grandes jogadores da história do futebol”, lia-se.

Silvino esteve dois minutos na baliza

O jogo das águias em Turim, em 1993, tem vários acontecimentos que fazem com que os jogadores que estiveram em campo não se esqueçam dele. E nem sempre por bons motivos. Como não o foi a fratura do nariz do guarda-redes Silvino, agora técnico adjunto de José Mourinho. O árbitro dinamarquês Peter Mikkelsen tinha apitado para o início do encontro há apenas dois minutos quando o antigo internacional português saiu em falso a um canto marcado por Moeller, tendo fraturado o nariz, depois de um aparatoso choque com Roberto Baggio, capitão da Juventus. Toni ficou sem menos uma substituição para o restante encontro, tendo sido forçado a chamar Neno à baliza, enquanto Silvino saiu de maca do Estádio Delle Alpi.

Rui Costa e Conte firmes

Passaram-se 21 anos desde que Juventus e Benfica se encontraram nos quartos-de-final da então Taça UEFA, mas para alguns dos 22 jogadores que entraram em campo no EstádioDelle Alpi parece que pouco mudou. Que o digam Rui Costa, administrador da Benfica, SAD, e AntonioConte, treinador da Juventus. O dirigente acabaria por deixar o Benfica no ano seguinte, para jogar em Itália. Depois de se ter tornado ídolo na Fiorentina e no Milan, foi no clube do coração que RuiCosta terminou a carreira.

Já Conte não conheceu outro emblema como jogador, mas só regressaria à Juventus em 2011, depois de ter treinado o Arezzo, o Bari, a Atalanta e o Siena. Muito mudou desde então, mas os protagonistas dessa meia-final continuam ligados ao futebol. Nos treinadores,Giovanni Trapattoni vive um momento de reflexão, enquanto Toni orienta o Tractor, no Irão.

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