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Jan Oblak está cada vez mais próximo de se tornar jogador do Valencia. O emblema ché desde muito cedo que se mostrou interessado no jogador e nos últimos dias adiantou-se ao Atlético Madrid, que também tinha o internacional esloveno na lista de potenciais reforços para a próxima temporada. O negócio ainda não está concluído mas, ao que tudo indica, deverá ser oficializado quando Peter Lim assumir os destinos do Valencia, um processo que se arrasta há várias semanas e que em diversas ocasiões tem sido adiado.
A saída do guarda-redes há muito que parece inevitável. Oblak brilhou na última temporada de águia ao peito, quando assumiu a titularidade da baliza após a lesão de Artur e as suas exibições foram despertando o interesse de vários emblemas do futebol europeu. O Atlético Madrid até parecia ter a situação mais ou menos controlada, mas o Valencia tem tudo para ganhar esta corrida, num processo sempre mediado pelo empresário Jorge Mendes. Certo para já mesmo é que o guardião renderá 20 milhões de euros ao Benfica, valor da cláusula de rescisão e do qual Luís Filipe Vieira já frisou por diversas vezes que não abdica.
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Oblak é um pedido expresso do novo treinador do Valencia Nuno Espírito Santo. O ex-técnico do Rio Ave assumiu os destinos do emblema espanhol e pediu a contratação do esloveno, um jogador que conhece muito bem, desde os tempos em que ambos trabalharam no Rio Ave. Lembre-se que Nuno Espírito Santo foi apresentado ontem e começa a trabalhar na próxima segunda-feira, dia em que se inicia a pré-temporada do emblema ché.
Concorrência
Caso não surja nenhuma reviravolta inesperada, Oblak irá ter em Valencia a forte concorrência do brasileiro Diego Alves, guarda-redes que na última temporada foi titular e que renovou contrato recentemente. Ainda assim e pelos argumentos que evidenciou na Luz, o esloveno tem fortes hipóteses de se tornar o novo dono da baliza do clube e continuar a mostrar porque é que é considerado por muitos uma das maiores esperanças do futebol europeu.
Ascensão meteórica do camisola 41
O esloveno teve uma ascensão meteórica no Benfica. Em outubro de 2013 ainda defendia a baliza da equipa B, tendo passado a guardar a da formação de Jorge Jesus em dezembro, beneficiando da lesão do então titular, Artur. Assumiu o papel de protagonista principal e não voltou a perdê-lo, chamando rapidamente a atenção dos clubes financeiramente mais poderosos da Europa.
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