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Carlos Sequeira abordou futuro do jovem avançado do Benfica
Sem abrir o jogo quanto ao próximo clube do seu filho, Carlos Sequeira assegurou que, aconteça o que acontecer, João Félix estará preparado para encarar o próximo desafio que se ponha no seu caminho. Em declarações à margem da homenagem levada a cabo pela Câmara Municipal de Viseu, o pai do avançado do Benfica deixou ainda claro que os valores que são falados na imprensa não mexem com a cabeça do jovem.
"Ele sempre levou tudo a sério. É o feitio dele. Já com 10 anos era assim. Não mudou nada e espero que não mude. Com o nosso apoio, ele vai estar preparado para tudo o que aí vem. Esta foi a vida que ele escolheu e penso que vai continuar a correr bem, tal como até agora. A única coisa com que se tem de preocupar é em treinar e jogar", frisou.
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De resto, Carlos Sequeira assume que a mudança de clube irá obrigar a uma reorganização familiar, ainda que nada esteja já definido, até porque o seu irmão está no Seixal. "Não deixamos que nada disto passe da porta de casa para dentro. Aqui fora aceitamos e compreendemos tudo o que se passa e ele tem de saber viver com isto. Ainda iremos várias vezes ao Seixal, até porque o irmão continua lá. O João tem lá a casa, que tem de resolver. Nas próximas semanas volta tudo ao normal, para depois começar uma vida normal. O sítio é que é diferente", explicou.
A finalizar, o pai do futuro avançado do Atlético Madrid abordou as questões financeiras e assumiu que a única coisa que Félix se tem de importar é em jogar futebol. "Os valores que por aí se falam não são bem verdadeiros. O que tem saído não tem muito a ver com a realidade", frisou, apontando o erro ao ordenado que o filho vai receber. "Não há dúvidas sobre o valor da transferência, esse é público, mas o resto as pessoas mandam os números e umas vezes acertam, outras não. Mas isso não é um problema. Ele tem pessoas que vão tratar dessa parte e não tem que se preocupar. O trabalho dele é jogar", atirou, garantindo que a "responsabilidade é a mesma", até porque na cabeça de João Félix tem que estar "o trabalho e não os números".
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