Paulo Olavo e Cunha arrasou trabalho do presidente da Mesa da Assembleia-Geral
As críticas não acabaram por aí já que Paulo Olavo e Cunha acusou também Pires de Andrade de impreparação para o cargo e de falta de isenção depois de o atual presidente da MAG ter votado no primeiro ponto da ordem de trabalhos.
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Paulo Olavo e Cunha foi um dos destaques da noite quente no Pavilhão da Luz. O antigo presidente da Mesa da Assembleia-Geral do Benfica (PMAG), no mandato de Manuel Vilarinho (2000-2003), usou da palavra para arrasar o trabalho do atual PMAG das águias.
O sócio das águias doutorado em Direito condenou o facto de António Pires de Andrade não permitir que a ordem de trabalhos original fosse discutida e votada, depois de subscrita pelos 334 sócios que garantiram a realização da Assembleia-Geral Extraordinária (AGE). Em especial, permitir a votação do quarto ponto da ordem de trabalhos que dizia respeito à votação de um novo regulamento eleitoral que passou apenas a ser debatido entre sócios na AGE.
As críticas não acabaram por aí já que Paulo Olavo e Cunha acusou também Pires de Andrade de impreparação para o cargo e de falta de isenção depois de o atual presidente da MAG ter votado no primeiro ponto da ordem de trabalhos. A intervenção valeu uma ovação dos sócios na Luz.