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Presidente do clube da Luz diz que nenhum clube consegue 'fugir' da percentagem destinada aos intermediários em negócios desta envergadura
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Rui Costa abordou esta quinta-feira, na entrevista à BTV, as questões em torno do pagamento da cláusula de Enzo Fernández e as comissões cobradas pelos intermediários na venda do médio internacional argentino para o Chelsea por 121 milhões de euros. Um valor ao qual, diz o presidente encarnado, se acrescentou outra verba para que a SAD tivesse "uma almofada para poder assegurar o levantamento das prestações que iriam ser feitas."
"O pagamento é parcelado. Há a ideia de que o pagamento tem de ser a pronto, mas volto a referir que o valor da cláusula não tem de ser a pronto. Ainda assim, insistimos, fomos batalhando durante aquelas horas, para que tivéssemos uma margem, uma almofada que nos desse a possibilidade de transformar qualquer modelo de pagamento que fosse numa almofada para podermos assegurar o levantamento das prestações que iriam ser feitas. Daí, exigimos para além dos 120M€, uma verba que chegasse aos 5M€ para esse fim. Nunca abdicámos desse objetivo e o negócio só se efetua quando chegámos a essa verba. O Chelsea não paga os 125M€, paga os 121M€, um milhão acima do valor da cláusula e retira-se aos representantes 4 milhões e meio que permite a tal almofada que pretendíamos para fazer o levantamento das prestações, os juros. A operação para nós, que temos os 75 por cento do Enzo, vale como uma operação a pronto. Continuamos com uma almofada de 5M€. De uma forma ou de outra chegámos lá. Não saiu abaixo do valor da cláusula mas sim 5,5M€ acima desse valor. Ainda assim, quero que fique bem claro, nunca foi a nossa prioridade. Não foi por acaso que este negócio foi até ao limite do tempo", justificou o líder dos encarnados, garantindo que o Benfica conseguiu diminuir a percentagem destinada aos agentes dos habituais 10% para os 6,5%.
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"Não se consegue trazer um jogador que tenha muito mercado sem dar ao agente um mandato de venda. Não se consegue uma transação destas sem isto. Esses 10 por cento têm de ser pagos. Não é só no Benfica, é uma situação global. Nesta transação, reduzimos essa verba em 3,5 por cento. Não há como fugir a isto. Quando vamos um Enzo da vida nenhum empresário aceita que o jogador venha para o Benfica sem ter isso garantido porque todos os outros clubes o fazem em jogadores desta envergadura. Quando se faz a aquisição do jogador, não assina sem que o agente assine também. Foi assim, mas em vez de 10 por cento foi 3,5%", vincou.
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