Seferovic deixa alerta ao St. Gallen: «Benfica está irritado»
Avançado suíço recorda com carinho a passagem pela Luz e antevê duelo da 2.ª pré-eliminatória da Liga Europa
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Haris Seferovic prevê muitas dificuldades para o St. Gallen no duelo com o Benfica, para a 2.ª pré-eliminatória da Liga Europa. O antigo avançado das águias analisou as perspetivas dos seus compatriotas suíços, numa ronda que começará já na quinta-feira, e, dando claro favoritismo aos encarnados, deixou claro que tudo pode acontecer.
"O St. Gallen será, obviamente, o 'underdog'. Sei que o Benfica está irritado por não ter conseguido qualificar-se para a Liga dos Campeões. Por isso, o seu objetivo será conquistar a Liga Europa. Se o St. Gallen deve desistir? Não necessariamente, com alguma sorte, tudo é possível. Estiveram bem na temporada passada, mas o Benfica tem uma excelente equipa e vai tentar ter mais posse de bola. O St. Gallen, por outro lado, tentará explorar com sucesso o contra-ataque. E têm de aproveitar as suas ocasiões, pois não terão muitas...", analisou o antigo internacional helvético, de 34 anos, atualmente no Dubai United, em declarações ao 'Tagblatt', deixando claro que o Benfica "não costuma desvalorizar" os adversários.
Sobre a sua passagem pela Luz, Seferovic admite que ainda "acompanha os resultados" da ex-equipa e que, "quando tem tempo, vê os jogos, especialmente contra FC Porto e Sporting". "Embora já não haja jogadores da minha passagem, há elementos do staff que permanecem, portanto ainda tenho contacto e às vezes pergunto como vão as coisas", explica Seferovic que, questionado sobre o seu melhor jogo de águia ao peito, lembra imediatamente o dia em que marcou o golo da vitória sobre o FC Porto (1-0), em 2018/19, época em que o clube lisboeta foi campeão.
"Aprendi muito em campo, especialmente com Bruno Lage e Jorge Jesus. Com este último, todos sabíamos o que fazer em qualquer momento do jogo, era impressionante. Treinávamos até à exaustão e depois víamos os resultados nos jogos. E com Lage tínhamos muita liberdade no ataque. Ele Preferia ganhar 4-3 em vez de 1-0 e dava-nos liberdade", constata Seferovic.
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