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A Polícia Judiciária suspeita, com base nas investigações a Vale e Azevedo, que o ex-presidente do Benfica ficou com parte substancial do dinheiro envolvido na venda dos futebolistas Amaral e Gary Charles e na transferência gorada do norueguês Sigurd Rushfeldt.
A confirmarem-se tais indícios, João Vale e Azevedo, que se encontra em prisão domiciliária desde o dia 16 de Fevereiro, por suspeita de peculato e branqueamento de capitais na transferência do guarda-redes Ovchinnikov, deverá ser ainda acusado de apropriação indevida de dinheiros do clube nos negócios que envolveram os três jogadores.
O passe do internacional brasileiro Amaral foi vendido pelo Benfica à Fiorentina por dois milhões de dólares (mais de 400 mil contos), não tendo o dinheiro dado entrada nos cofres do clube, adianta a agência Lusa.
Quanto ao norueguês Sigurd Rushfeldt, ainda de acordo com a mesma fonte, há fortes indícios de que parte significativa do dinheiro adiantado pelo Benfica no início das negociações para a contratação do jogador, não tenha reentrado nos cofres do clube quando a transferência foi inviabilizada. Rushfeldt chegou ser apresentado oficialmente como jogador do Benfica, participando no estágio de pré-temporada realizado na Áustria, mas o Rosenborg, detentor do passe, ordenou-lhe que regressasse à Noruega depois de o Benfica não ter pago a quantia acordada para a transferência.
As suspeitas contra o antigo presidente do Benfica alargam-se ainda ao negócio relacionado com a venda do passe do defesa inglês Gary Charles ao West Ham, da Primaira Liga inglesa, por uma quantia que se desconhece, em virtude de ter desaparecido o contrato firmado pela direcção benfiquista presidida por Vale e Azevedo.
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