A crónica do Arouca-Farense, 2-2: não há pastilha para tanta emoção
Arouquenses e algarvios foram até ao fim num dos jogos mais loucos da temporada, mas ninguém saiu a rir
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Há uma categoria de jogos de futebol que, pelo nível de emoção, é pouco recomendável aos adeptos com patologias cardíacas. Uma pastilha sob a língua pode atenuar os efeitos da adrenalina, mas não faz milagres, sobretudo quando a loucura atinge os níveis deste Farense-Arouca. Quatro golos, VAR com fartura e inversões de rumo constantes marcaram um duelo do qual, na prática, ninguém saiu a rir (2-2).