A crónica do Benfica-Estoril, 3-0: o Pai Natal veste de vermelho

Sem realizar uma exibição estável, o Benfica superiorizou-se – assinando um resultado pungente – a um Estoril atrevido.

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A crónica do Benfica-Estoril, 3-0: o Pai Natal veste de vermelho

Com o assalto à liderança em jogo, Bruno Lage abdicou do médio-defensivo por mais uma unidade ofensiva, o que conduziu ao posicionamento de Kerem Aktürkoglu como segundo-avançado, abrindo o corredor esquerdo a Beste como médio-ala. Só que a mudança estrutural para o 4x2x3x1, o que obrigou a um posicionamento mais recuado de Aursnes, tornou a pressão zonal média-alta/alta do Benfica falível, e o Estoril, partindo de um 5x3x2 ou 5x4x1, em momento defensivo, para um 3x4x2x1, em momento ofensivo, sem medo de ter bola, não só superou a primeira pressão rubra como encontrou espaços para criar desequilíbrios e chegar ao último terço. Tudo passou pela qualidade de passe de Holsgrove, João Carvalho – sagaz a sair da direita para o meio – e Zanocelo, capazes de criar superioridade no corredor central do meio-campo, e pela irreverência e profundidade dada pelos alas, com Fabrício, ao fruir do posicionamento de Di María – concentrado no central Bacher – e da forma como Bah saltava, a surgir como principal desequilibrador e criador. Se os canarinhos ameaçaram a partir da esquerda, o Benfica, sem realizar uma exibição sólida, enviou uma bola ao ferro, após canto de Kökçü, e adiantou-se no marcador por Pavlidis, lesto a fruir de um passe suculento de Di María, após um erro garrafal de João Carvalho. Depois, em vantagem, face à desinspiração em ataque posicional, as águias namoraram o 2x0 através de contragolpes em campo aberto. Só que falharam na finalização.

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