A crónica do Chaves-Marítimo, 2-1: Depressa e bem ainda há quem...

A desvantagem acentuada dificultava a tarefa do Marítimo, mas a reação foi quase imediata através do golo de Cláudio Winck, também de penálti, a castigar um lance irregular de Sylla (27’).

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A crónica do Chaves-Marítimo, 2-1: Depressa e bem ainda há quem...
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O Marítimo desaproveitou ontem uma excelente oportunidade para sair da linha de despromoção. A vitória implicava trocar com o Santa Clara na classificação, mas essa possibilidade começou a esmorecer praticamente desde o apito inicial. Isto porque o Chaves - que não ganhava desde novembro do ano passado - entrou de rompante e marcou dois golos nos primeiros 20 minutos, deixando José Gomes praticamente sem reação. O primeiro foi, inclusive, demasiado facilitado pela defensiva forasteira, numa abordagem coletiva deficiente que permitiu a Euller entrar na área e inaugurar o marcador (2’), depois de deixar dois adversários pelo caminho. Este lance espevitou as dinâmicas ofensivas dos transmontanos, que foram mais consistentes e perigosos nas transições.

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