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A crónica do FC Porto-Marítimo, 5-1: Pressão tão alta até dá vertigens
As recuperações em terrenos adiantados têm o condão de, normalmente, apanharem em desorganização a equipa que não conseguiu concretizar o seu plano de saída de bola.
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Nas guerras das últimas décadas abundam relatos de soldados que, em momentos de coragem ou loucura, se lançaram para a frente de blindados acreditando que os poderiam travar. O Marítimo, assumiu Vasco Seabra, estava ciente das entradas impetuosas do FC Porto mas, face a esse rolo compressor, não escolheu a cobardia. Arriscou e deu-se mal. Perdeu, restando-lhe a medalha do heroísmo do futebol positivo que talvez possa render dividendos no futuro.