A crónica do FC Porto-V. Guimarães, 1-2: não foi um tiro, foi dinamite nos pés

Um autogolo, um outro consentido e um vermelho absurdo. Até o 3.º lugar passa a estar em risco

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A crónica do FC Porto-V. Guimarães, 1-2: não foi um tiro, foi dinamite nos pés
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Chegou o tempo de o FC Porto pensar e trabalhar apenas para o bronze. Não o das férias, que apesar do bloqueio anímico percetível nos dragões, a precisarem de espairecer, há ainda uma Taça de Portugal pela qual lutar, mas sim o do 3.º lugar. Patamar mínimo exigível na crónica luta tripartida pelo título que já não é do FC Porto e mesmo a do 2.º posto, de acesso à Champions, se assemelha a missão impossível...

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