A crónica do P. Ferreira-Chaves, 1-1: Salvação começa a ser uma miragem
Empate adia intenção da retoma dos castores e a permanência começa a ficar demasiado longe
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Os trilhos da permanência começam a estreitar-se cada vez mais para o Paços de Ferreira. A reestreia de César Peixoto não surtiu o efeito desejado e o melhor que conseguiu foi um empate na receção ao Chaves, um adversário que, diga-se, apresentou-se pouco ambicioso e demasiado expectante. Uma parte dessa apatia deveu-se também à forma como os locais entraram em campo, a pressionar alto e a tentar aproximações perigosas à área contrária. Uma intenção que apenas funcionou até ao último terço, já que a bem estruturada defensiva transmontana fechou bem os caminhos da sua baliza e evitou males maiores. O Chaves foi sacudindo a pressão e libertou-se da teia contrária, o que permitiu tentar a sorte em remates de longa distância, todos eles desenquadrados. Exceção para João Mendes (22'), que ainda falhou a posição de finalização, mas permitiu a Obiora tentar o golo. Uilton (41') respondeu num remate perigoso, na melhor ocasião pacense.