A crónica do Rio Ave-Arouca, 1-0: Gelo nas veias resistiu ao fogo
A primeira parte é um exemplo perfeito do que não se quer de uma partida profissional. Poderia falar-se em encaixes táticos, numa capacidade ímpar das equipas em anularem-se mutuamente, mas o mais certeiro é dizer que não houve clarividência para mais.
Seguir Autor:
Há jogos que ficam na memória de tão bons que são e que, anos depois de acontecerem, continuam presentes, com todos os pormenores em momentos vívidos na cabeça de quem os vê. Em contrapartida, há outros que ficam na retina precisamente pelas razões opostas. Ora, este é um resumo possível para o Rio Ave-Arouca, encontro que abriu a 30ª jornada. Foi intenso, é verdade, foi quentinho e disputado, mas faltou tudo o resto, a começar pela qualidade.