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Dragões nunca tiveram tranquilidade com os sucessivos disparates de dois dos seus centrais
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O FC Porto deixou dois pontos em Vila do Conde, num jogo estranho, cheio de peripécias pouco usuais e no qual os pormenores ditaram não o seu desenrolar, mas o resultado. A equipa de Martín Anselmi, que esteve sempre ligada à corrente, procurou com insistência chegar ao golo e revelou atitude guerreira, viveu em permanente estado de sítio, vítima de sucessivos erros primários de dois dos seus defesas. Nehuén Pérez e Otávio lançaram o pânico nos lances que originaram os golos do Rio Ave, criando no coletivo um clima impensável de insegurança, que afetou a produção da equipa. Curiosamente, e como demonstração da loucura que caracterizou o duelo, os dois defesas dos dragões foram os marcadores dos tentos azuis e brancos, sinal de que oscilaram entre o fracasso e a glória, entre ser réu ou herói, isto é, fazendo tudo ao contrário do que é exigido a um defensor de uma grande equipa.
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