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Campeão cumpriu obrigação de vencer, frente a adversário que se limitou a não deixar jogar
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Foi pobre o espetáculo futebolístico de ontem à noite em Alvalade, entre um Sporting obrigado a vencer e o Nacional que adotou a ideia de limitar o trabalho a travar o adversário; entre uma equipa que quis a bola e atacou do princípio ao fim e outra que se limitou a não deixar o adversário jogar. Mas o duelo, apesar de desinteressante, encontrou motivos para entrar na memória de quem a ele assistiu, porque o leão venceu e deixou o Benfica a 6 pontos; porque o tiro de Trincão que desbloqueou o jogo foi um momento inesquecível; e porque, no fim, para selar a festa verde e branca, ainda houve o golo de João Simões, o miúdo que já tapou importantes buracos na equipa e se desfez em lágrimas no momento de bater o guarda-redes adversário. Ninguém pôde ficar indiferente a três episódios marcantes, mesmo considerando a baixa qualidade do que sucedeu durante hora e meia.
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