A crónica do Sporting-Portimonense, 3-0: supremacia inequívoca a um passo do título
Exibição maiúscula do Sporting, ante um rival frágil que teve o guardião Nakamura como protagonista, valeu um resultado robusto
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Como era esperado, o Sporting debateu-se com um exercício de ataque posicional na receção ao Portimonense. Paulo Sérgio não abdicou, mesmo priorizando as finais ante Rio Ave e Farense, de organizar os algarvios, em momento defensivo, num 6x3x1, com o recuo dos alas Luan e Varela a procurar oferecer um maior controlo da largura, que procurava obstruir os caminhos para a sua baliza. Sem sucesso, diga-se, porque Rúben Amorim – que recuou Pote para o meio-campo e colocou Trincão, muitas vezes mais aberto à direita, o que assentia incursões interiores a Esgaio, e Paulinho no apoio a Gyökeres – estava preparadíssimo para o que iria enfrentar.