Tudo sobre a proposta do Nacional para a centralização dos direitos televisivos e que pode agitar a Liga
Todos os clubes querem receber o máximo possível pelos direitos televisivos. Mas, se a ideia do legislador é "diminuir as discrepâncias", da Madeira vem uma proposta distinta à da Liga, na linha do que se vê lá fora
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No próximo mês, por força do determinado pela lei em vigor, a Liga terá de realizar uma assembleia geral para aprovar a centralização dos direitos televisivos para o quadriénio 2028-2032. O tema já fez correr muita tinta e o Benfica – que há anos explora diretamente os seus jogos caseiros – tem mostrado, com maior ou menor contundência, não estar disponível a aceitar um modelo que lhe retire receita. Para além disto – será uma questão complexa caso os encarnados mantenham a posição –há ainda clubes que, mesmo sem o assumir publicamente, duvidam que a Liga tenha, de facto, propostas dos operadores na casa dos 250 milhões de euros/época. Mas, mesmo admitindo que esses valores serão reais, depois há que distribui-los. E também a chave de repartição proposta pela entidade organizadora dos campeonatos profissionais não agrada a todos, nomeadamente ao Nacional que, após elaborar um estudo (tendo por base a classificação da época 2024/25), resolveu avançar com uma alternativa, apoiada e subscrita pelo vizinho Marítimo.