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Foi substituída no verão por Cláudia Viana
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A anterior presidente da Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga (atual Comissão de Instrutores), Cláudia Santos, solicitou um voto da confiança a Pedro Proença e seus pares, em maio de 2016, para se manter no cargo.
Na base da tomada de posição da anterior responsável pela comissão estavam alguns meses de "difícil convivência" com a direção da Liga, que acabaram por motivar a troca de liderança da referida comissão.
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Cláudia Santos foi quem conduziu o inquérito aberto após queixas do Benfica e de Vítor Pereira (antigo presidente do Conselho de Arbitragem) na sequência de declarações proferidas, em novembro de 2015, por Bruno de Carvalho e Octávio Machado. A 4 de maio de 2006, a antiga responsável pela Comissão de Instrução e Inquérito apresentou um relatório final que enquadrava no artigo 118.º do Regulamento Disciplinar e que, por isso mesmo, deixava o Sporting em risco de ter o Estádio de Alvalade suspenso.
Poucas semanas depois, porém, Cláudia Santos viria a deixar o cargo por não lhe ter sido renovada a confiança que reclamava e por entender que, dessa forma, "não estavam reunidas condições de independência", conforme revelou a Record fonte próxima da Liga de Clubes.
A sucessora, Cláudia Viana, iniciou oficialmente funções a 22 de julho de 2016 e teve um entendimento diferente 7 meses depois da leitura do relatório final e da prova já produzida. Segundo a comissão, o processo deixou de violar o artigo 118.º e foi enquadrado no 127.º, relativamente ao Sporting.
Dessa forma, o que poderia constituir uma infração disciplinar grave passou a leve, tendo, assim, o processo já prescrito com a nova qualificação jurídica. Restaram, assim, as suspensões e multas a Bruno de Carvalho e Octávio Machado, condenados ao abrigo dos artigos 112 e 136.
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