O Benfica-Sporting visto à lupa: Empate em dérbi elétrico
Águia demorou a encontrar um antídoto para o veneno leonino
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A audácia do Sporting foi premiada com uma melhor entrada no dérbi eterno. Os leões foram belicosos na pressão, nos duelos e na reação à perda, o que conduziu a arduidades na construção encarnada, que acumulou perdas e assentiu recuperações em zonas altas, como a que esteve na génese do livre que permitiu a Porro testar Vlachodimos. Depois, com bola, suplantaram a pressão das águias, urdindo boas ligações desde trás, e afiançaram, em mais do que uma situação, a entrada no meio-campo ofensivo em situações de paridade ou de superioridade numérica [1], fruindo da mobilidade e da criatividade de Edwards e de Trincão, da ousadia de Ugarte e de Porro a assumirem o um contra um, e da sagacidade de Paulinho a oferecer apoios frontais.