O Marítimo-Benfica visto à lupa: Qualidade e maturidade

Sempre com Grimaldo investido no papel de protagonista. Foi o espanhol quem assistiu João Mário, a partir de um cruzamento, e Neres, após um suntuoso toque de calcanhar numa incursão interior, consumando um 0x3 que levou os encarnados a ativarem o modo gestão.

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• Foto: Sport TV
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O jogo começou a ser escrito por linhas elétricas. O Marítimo apresentou-se, a partir de uma estrutura em 4x3x3, a pressionar alto de forma belicosa, com o fito de condicionar as construções desde trás do Benfica. Além disso, não abdicou de construir desde o guardião Carné [1], de forma a atrair a pressão das águias [1], para procurar uma verticalização das suas ações ofensivas [1], com os alas Vidigal e Léo Pereira e o lateral Winck a surgirem como lebres velozes no assalto à profundidade, enquanto Moreno, investido no papel de "falso 9", de forma a subtrair referências a António Silva e a Otamendi, oferecia apoios frontais e surgia como opção para arrogar ações de condução, que visavam o assalto ao último terço em igualdade ou superioridade numérica [1].

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