O V. Guimarães-FC Porto visto à lupa: Margem mínima

Em desvantagem, o Vitória adiantou as suas linhas, só que a consistência defensiva do FC Porto bloqueou as aproximações ao seu arco. Faltou, contudo maior aptidão dos dragões para ligarem o jogo com fluidez,

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Os regressos de Pepe e Eustáquio à titularidade, em detrimento de Fábio Cardoso e de Grujic, foram as novidades preparadas por Sérgio Conceição em Guimarães. Os dragões instalaram-se com bola, desde início, no meio-campo ofensivo , [1], exibindo a habitual elasticidade estrutural – com saídas a dois e a três – e apostando na mobilidade das suas unidades [1], para subtrair referências aos vimaranenses, organizados, em momento defensivo, num 5x4x1 centralizado e disposto num bloco médio-baixo [1]. O que não inibiu os portistas de fomentarem situações de paridade – e até de superioridade – com a última linha rival [1]. Contudo, esse aspeto conduziu a uma busca excessiva por uma construção longa que visava o assalto à profundidade, o que tirou discernimento nas zonas de finalização, redundando em escassas oportunidades. Mesmo com espaços, que foram esbanjados, dentro do bloco rival [3], aproveitando a sagacidade de Otávio [3] e de Taremi, capazes de corresponderem a movimentos de arrastamento dos centrais protagonizados por Toni Martínez [3] e Galeno.

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