Sp. Braga-Benfica visto à lupa: (Super)Braga trava líder

Minhotos souberam bloquear águias

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• Foto: Tony Dias / Movephoto
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A colocação de André Horta como terceiro médio, juntando-se a Musrati e Racic, foi o golpe de asa de Artur Jorge para travar o registo invencível do Benfica. O que abichou com sucesso, recorrendo ao 4x3x3 em momento ofensivo, até porque foi mordaz a afiançar situações de superioridade no corredor central, assaltando com veemência as costas de Enzo e de Florentino [1], através dos irmãos Horta e de Iuri, solícitos a urdirem combinações. Como também soube, em outras situações, colocar pausa, promovendo associações em segurança, o que assentiu a dilatação do tempo dos ataques sem permitir recuperações ao rival que fomentassem transições, o momento em que se manifestam mais acutilantes. Depois, sem bola, os guerreiros, reorganizados em 4x4x2, revezaram momentos de pressão alta [2], que foram a génese de contratransições acutilantes, com o baixar compacto do bloco, impedindo que os encarnados, desinspirados e desenlaçados, estabelecessem conexões bem-sucedidas, o que estorvou o acesso a zonas de finalização. Ao invés, somaram perdas [1], que permitiram que o Braga também fosse acutilante a metamorfosear a transição ofensiva [1] em contra-ataques e ataques rápidos.

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