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Marco Silva procura contrariar tendência leonina de desperdício caseiro...
Num dérbi carregado de história como este, entre Sporting e Belenenses, há um número que sobressai e que carrega um peso significativo: há quase 60 anos que a equipa do Restelo não ganha em casa do leão. A última vitória em tons de azul remonta a dezembro de 1954, ainda o Sporting jogava no campo do Lumiar. De lá para cá, os confrontos em Alvalade tornaram-se num pesadelo para os homens da cruz de Cristo e um festim para os leões, que chegaram a registar um série de 22 triunfos consecutivos.
A estatística perspetiva um cenário idílico para a equipa de Marco Silva, ainda sem qualquer derrota na Liga, mas já com quatro pontos perdidos, em Coimbra e na Luz. Só que Alvalade também já não é o lar doce de outros tempos e a receção ao Arouca, na 2.ª jornada, embora com um desfecho feliz, é reveladora dos traumas caseiros do leão. Aliás, é preciso recuarmos até 2007/08 para encontrarmos uma época em que o Sporting terminou invencível em casa. Logo na campanha seguinte, também com Paulo Bento no banco, somou três desaires em Alvalade, contra apenas um fora. Nos dois anos seguintes equilibrou o saldo (quatro derrotas, tanto em casa como fora), mas nunca atingiu o nível dos rivais Benfica e FC Porto, praticamente irrepreensíveis na Luz e no Dragão.
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Inversão
Marco Silva depara-se com este desafio, de inverter a tendência de esbanjamento caseiro, de certa forma já iniciado por Jardim na época passada. Curiosamente, a última visita do Belenenses marcou um ponto de viragem no trajeto da equipa leonina. Até esse dérbi, respeitante à 13.ª jornada, o Sporting tinha marcado 18 golos em Alvalade, acrescentando mais três resultantes do triunfo sobre os azuis (3-0), mas, até final da Liga, não mais os leões conseguiram vencer por um número tão “folgado” em casa. Foram nove jogos em Alvalade em que o Sporting ganhou seis vezes (cinco pela margem mínima), somou dois nulos e perdeu com o Estoril.
Diferente
Do outro lado, apesar da tradição negativa – só um ponto conquistado nos últimos 20 confrontos em Alvalade –, o discurso é de tranquilidade, até porque o Belenenses sobe hoje ao relvado com um ponto de vantagem sobre os leões e determinado, segundo Lito Vidigal, a aproveitar a oportunidade para “fazer algo diferente”.
Nestas três jornadas já o conseguiu. Por esta altura da temporada passada, o Belenenses encontrava-se no fundo da tabela, sem qualquer ponto. Agora, apesar das queixas de Lito Vidigal sobre a construção do plantel, leva seis conquistados. Reste saber se o desaire com o V. Guimarães no Restelo deixou marcas.
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