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Pina Manique e Reboleira estão a uma distância de 10 minutos, mas o Casa Pia-E. Amadora vai disputar-se em Rio Maior, a 83 quilómetros de Lisboa. Também habituado a uma realidade semelhante está Sérgio Vieira, treinador dos tricolores que espera um desafio bastante complicado num estádio que, acredita, os gansos já veem como casa.
"Só quem sente na pele é que pode falar o que isso significa. Para nós foi triste nos 6 meses da época passada jogar em Rio Maior, no Jamor, em Leiria, no Seixal… foi duro não ter a nossa casa. Essa situação agrava-se mais quando essa lógica é diária, que é o nosso caso, com diversidade muito grande de locais para trabalhar. Mas é isto que nos torna ainda mais resilientes", começou por dizer o técnico de 40 anos, frisando que os 5 pontos que o Estrela tem neste momento não correspondem ao que a equipa tem feito.
"Sabemos a ambição que temos e demonstramos todos os jogos, com atitude e qualidade. Podíamos ter mais do dobro dos pontos que temos, mas também sabemos que os pequenos erros se pagam muito caro."
Sérgio Vieira está obrigado a fazer várias mexidas no onze devido às ausências dos habituais titulares Miguel Lopes, Léo Cordeiro e Bruno Brígido, que se juntam a Gustavo Henrique, Régis e Vitó no boletim clínico.
Casa Pia e Estrela da Amadora defrontam-se este sábado (15h30), em Rio Maior.