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Em entrevista ao site argelino 'DZFoot', extremo do Estoril partilhou objetivos como o "sonho" de jogar o Mundial
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Rafik Guitane tem sido um dos destaques da época do Estoril e ambiciona disputar um Campeonato do Mundo com a Argélia, depois de ter cumprido as duas primeiras internacionalizações em dezembro do ano passado na Taça das Nações Árabes.
"Um dos meus maiores objetivos é jogar o Mundial com o meu país. Seria um sonho tornado realidade", expressou, em entrevista ao site argelino 'DZFoot', antes de partilhar outro desejo. "Também gostaria de jogar em Espanha. O meu estilo de jogo encaixa-se muito bem nesse campeonato e poderia divertir-me muito a jogar lá. Há muitos jogadores tecnicamente bons em Espanha, por isso, se for para a La Liga, terei de esforçar-me ainda mais para me destacar, mas estou pronto para trabalhar e consegui-lo”, justificou.
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Com 3 golos e 7 assistências esta época, Rafik admite que melhorou alguns aspetos do seu jogo em benefício próprio e do coletivo. "Finalmente aprendi a deixar de lado ações desnecessárias. Antes não conseguia evitar driblar, mesmo no meio campo defensivo. Agora, estou muito mais focado na equipa e na baliza adversária. Remato muito mais e procuro o passe certo e a abertura ideal para encontrar uma brecha na defesa. Há também o trabalho que faço fora de campo: estou mais concentrado na minha condição física nos treinos e na musculação para recuperar e fortalecer", analisou o extremo de 26 anos.
Rafik abordou ainda a excelente relação que tem com o companheiro Yanis Begraoui, marroquino também de origem francesa que é o melhor marcador do Estoril e o 3.º do campeonato (17 golos). "Damo-nos muito bem dentro e fora de campo. Ele é muito porreiro e a conexão foi fácil. Ambos crescemos em França, somos norte-africanos e compartilhamos a mesma cultura. Ajudam-nos e comunicamos muito, essa é uma das nossas maiores qualidades. Se algo não está a correr bem no meu jogo, ele não hesita em dizer-me e eu faço o mesmo. Ele é o nosso 9 e faço tudo o que posso para colocá-lo na melhor posição possível. É fácil encontrá-lo em campo. Sei que está numa ótima fase e procuro-o sempre na área para finalizar. Fomos formados em França, temos o mesmo estilo de futebol e entendemo-nos quase de olhos fechados", justificou.
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