Várias limitações na primeira final

Pêpê e Duarte estão a responder bem, mas não oferecem a experiência de Gonçalo Santos e Kyriakou

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• Foto: Paulo Calado

O Estoril continua na luta pela sobrevivência na Liga NOS. A situação complicou-se depois da derrota no terreno do Aves mas, por incrível que pareça para uma equipa que desde a 9ª jornada só esteve fora da zona de descida durante duas semanas, os canarinhos quase só dependem deles próprios. Se vencerem os dois jogos e o Feirense não ganhar ao FC Porto, no Dragão, salvam-se.

O cenário não é fácil mas também não é impossível e, apesar de avisar que a sua equipa vai lutar até ao fim, Ivo Vieira vai ter de enfrentar a primeira final, frente ao também aflito V. Setúbal, com a equipa desfalcada, em praticamente todos os sectores, exceção feita à baliza.

Na defesa, até nem se notará muito, pois o lesionado Gonçalo Brandão já está afastado da competição há tanto tempo que a dupla Dankler-Halliche transformou-se na titular. No meio-campo começam os problemas. Ivo Vieira já tinha perdido o cipriota Kyriakou, que numa altura da época foi importante para a equipa, até na finalização – marcou em Setúbal e na vitória sobre o Sporting. Pêpê, primeiro, e o jovem Duarte, nos últimos jogos, revelaram ser capazes de anular essas baixas mas em termos de experiência a equipa pode sentir a ausência de Gonçalo Santos.

No ataque reside a maior dor de cabeça da equipa técnica. Os três potenciais titulares não jogam. Kléber ainda recupera de lesão enquanto Victor Andrade (expulso em Portimão) e Allano (acumulação de cartões) estão fora.

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