Hugo Oliveira: «Ainda esta noite sonhei em ganhar ao Rio Ave»
Treinador do Famalicão mostra ambição para o embate em Vila do Conde
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O Famalicão pretende aproveitar o mau momento do Rio Ave no campeonato no jogo deste domingo (20h30). A equipa de Vila do Conde vem de seis derrotas consecutivas, e Hugo Oliveira antecipa um desafio difícil, mas quer prolongar a boa sequência da sua equipa.
“Espero um jogo difícil, muito competitivo. Esta liga é assim. Todos os jogos têm uma história dura. O Rio Ave é uma equipa que luta pelos seus objetivos e que tem as jornadas para caminhar até ao seu final. O nosso foco nunca é o objetivo do adversário, mas os nossos objetivos. Para este jogo, esse é o nosso foco. Continuamos a fazer bem o desenvolvimento. Queremos dar uma vitória aos nossos adeptos. Num confronto à noite é sempre difícil, mas sei que vão estar em grande número. Temos de dar a volta com qualidade e qualidade de execução. Se sonho com a Europa? O nosso maior sonho é ganhar ao Rio Ave. Ainda esta noite sonhei com isso.”
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Regularidade da equipa: "As épocas passam por fases. Os adversários não são todos iguais. Queremos que a nossa atitude e os nossos planos sejam iguais dentro e fora de casa. Olhamos para estes momentos como desafios, e a nossa resposta tem de ser positiva. Há contextos mais difíceis. O nosso último jogo fora foi em casa do campeão nacional. É sempre um foco de responsabilidade dar resposta num estádio sempre difícil de jogar, pelas condições climatéricas e pela qualidade do adversário, como será com o Rio Ave. Eles querem ficar muito acima da tabela, reforçaram-se no mercado de janeiro."
Pressão do Rio Ave: “A pressão é a que damos a nós próprios. Temos de viver com ela todos os dias. Ser melhores é sermos testados diariamente, em todos os jogos. Encarar os jogos fiéis às nossas ideias e princípios. O jogo com o Rio Ave terá a sua história e vamos ver que caminho levará. É um adversário com muita qualidade individual, com ambições muito grandes. Quando a época começou, tinham ambições iguais ou maiores que as nossas. Eles jogam a vida deles e nós a nossa vida.”
Ausências de Justin de Haas, Gustavo Sá e Bondo: "Na semana passada disse que era um treinador feliz porque tinha todos os jogadores disponíveis, mas não ficamos agora menos capazes porque temos menos opções por causa dos castigos. Vai ser a oportunidade para outros jogadores se mostrarem. Sabem o que têm de fazer. Não vai ser desculpa, vamos estar onze dentro do campo. O plantel tem qualidade e ainda há jogadores que vão ficar em casa.”