Hugo Oliveira: «O futebol nem sempre é justo, a vida não é justa»

Treinador do Famalicão não escondeu a frustração depois da derrota com o Nacional nos descontos

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• Foto: LUSA/EPA
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Hugo Oliveira, treinador do Famalicão, não escondeu a frustração depois da derrota sofrida diante do Nacional nos descontos (2-1), considerando que a sua equipa merecia ter saído da Madeira com os três pontos. 

"É um sentimento de frustração, perante um jogo em que o empate já seria injusto. Depois de uma entrada que não foi ao nosso nível, demasiado à procura de adaptação ao relvado, às características do adversário, a correr demasiado atrás deles e menos do nosso jogo e dos nossos posicionamentos, levantámos a cabeça e acabámos por fazer o nosso jogo. Fizemos o golo, podíamos ter feito mais, deveríamos ter feito mais, e criámos situações para isso, mas, depois, na parte final, sabíamos que, com as bolas longas do Nacional, estas coisas podem acontecer. O futebol nem sempre é justo, a vida não é justa. Tira, mas depois também dá, e nós temos a consciência que nos vai acabar por dar em outra altura", começou por analisar, acrescentando: "Já em momentos mais difíceis, em momentos melhores, fomos sempre fiéis aos nossos princípios e à nossa forma de estar. Se hoje não estivemos tão bem, foi porque fugimos um bocadinho a essa forma de estar. Sabemos o caminho, temos que o seguir, temos de continuar a trabalhar nesse sentido e isto não vai beliscar em nada".

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