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André Villas-Boas aguarda apenas uma resposta de Lourenço Pinto quanto ao ato eleitoral

• Foto: José Gageiro/Movephoto

Em mais uma edição das 'Conversas à Modo do Porto', realizada este domingo, na sua sede de campanha, André Villas-Boas foi questionado por um adepto lá presente sobre as medidas que estão a ser tomadas para que o ato eleitoral, a 27 de abril, decorra com transparência e democracia.

"Nós temos feito as diligências necessárias com doutor Lourenço Pinto  relativamente ao ato eleitoral. Ele tem respondido todas as questões. Só estamos à espera de uma resposta, para saber se os candidatos a órgãos sociais podem ser membros delegados nas mesas de voto. Essa é a única questão que está por responder e o que nos foi dito foi que será a 17 de abril, o dia em que nos vamos encontrar, que teremos a resposta", começou por revelar André Villas-Boas.

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"Isto porque, como pode calcular, com 44 mesas de voto, é um universo de muita gente que nós queremos movimentar e que facilitaria de certa forma que os candidatos a determinados órgãos sociais pudessem ser também delegados às mesas, não só na nossa lista, como na lista dos outros candidatos, da lista do candidato Nuno Lobo e da lista candidata ao Conselho Superior. Portanto, esta é a única resposta por dar. Tudo o resto tem sido respondido, tanto que há um documento operacional que já foi passado às candidaturas sobre o ato eleitoral", prosseguiu o candidato pela lista B, para falar, depois, como se tem preparado para o grande dia.

"Esta se calhar é a única que ficará por responder, mas temos de esperar pelo doutor Lourenço Pinto para tomar a decisão final a 17 de abril. Nós estamos a preparar-nos com delegados às mesas, onde pretendemos ter um efetivo e um suplente que possa ser substituído em cada mesa e ter essas listas prontas, seja qual fora a sua decisão", disse ainda Villas-Boas.

"Quanto à transparência do ato eleitoral, fazemos fé na boa organização da Mesa da Assembleia Geral que é o órgão máximo do FC Porto", sublinhou o candidato, terminando com novo apelo ao voto. 

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"Continuo a zelar muito para que estas sejam realmente as mais votadas de sempre, que dobrem o número recorde estabelecido em 1988, que esteve entre os 10 e os 16 mil votantes. Desta vez, estimam-se que votem entre 30 a 35 mil sócios e isso seria um número bem superior. Portanto, fazer fé e acreditar nas pessoas é o que eu quero", rematou.

Por Rui Sousa
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