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André Villas-Boas marcou presença na Sala Multiusos do Museu FC Porto, na manhã desta sexta-feira, para assistir à abertura da exposição temporária que revisita a carreira de Américo, guarda-redes que defendeu a baliza dos dragões nas décadas de 50 e 60 do século passado e que conquistou um título de campeão nacional e uma Taça de Portugal.
O presidente referiu-se a Américo como alguém que "dignificou o nome do FC Porto", vincando o facto de este ter doado todo o seu espólio ainda em vida ao clube do coração. "Foi o quarto guarda-redes mais utilizado de sempre na história do clube e uma pessoa que deixará saudades aos adeptos", recordou André Villas-Boas, em declarações aos meios de comunicação do FC Porto.
Homenagem
"Uma homenagem que só é possível com a grande ajuda da família e do Américo, que em vida decidiu doar todo o espólio ao FC Porto. A Mafalda [diretora do Museu] conta-me que foi um espólio bastante grande e que obrigou à invasão da privacidade da família do Américo, que recebeu de braços abertos o Museu, permitiu a recolha de todos os objetos que aqui estão e tornou possível esta grande homenagem a alguém que dignificou o nome do FC Porto, foi o quarto guarda-redes mais utilizado de sempre na história do clube e uma pessoa que deixará saudades aos adeptos, particularmente aos que o viram jogar sem luvas, a sua marca de distinção, apesar de termos ali umas luvas que utilizava em jogos à chuva e que, ao lado das do Diogo Costa, refletem bem a evolução dos tempos. Uma homenagem sincera, só possível com a generosidade do Américo e da família, o respeito pelo FC Porto e que dignifica a história do clube e do Museu."
Agradecimento eterno
"Acabámos de ouvir o relato sincero da sua afilhada, Isabel, que conta que o único arrependimento do Américo era não ter sangue azul nas suas veias. É bem personificada a sua dignidade e generosidade nesta doação ao Museu. Estamos imensamente orgulhosos de receber a sua coleção. É a primeira grande figura do FC Porto que doa a coleção ao Museu e esperamos que mais se sigam neste ato de generosidade que nos dignifica enquanto clube e dignifica a nossa história. Vamos guardar este ato no nosso coração e queremos agradecer à família todo o seu esforço."
Espólio com relevância nacional e internacional
"Memórias vivas evidentemente não tenho, apenas fotográficas como estão aqui nestes recortes. Todas as pessoas relacionadas com o FC Porto, sejam adeptos, sócios, funcionários ou profissionais, guardam sempre as memórias que viveram no clube ao longo da sua vida. É curioso para mim ver que esta é uma tradição que se mantém há muito tempo. Eu também tenho os meus recortes de jornais, as minhas fotografias, o Américo fazia o mesmo e a qualidade das fotografias e dos recortes refletem o cuidado que tinha em preservar a coleção. A qualidade que temos aqui em exposição, não só as peças relacionadas com o FC Porto, mas também do Campeonato do Mundo de 1966. Temos aqui a camisola que usou ao serviço da seleção portuguesa e as de Itália e do Brasil. Muitas e boas memórias do FC Porto e de Portugal. É com grande saudosismo que recordamos tudo isto."
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