A entrada direta na Champions da próxima época pode ser encarada como uma pequena conquista para Nuno Espírito Santo, não só em termos desportivos como também financeiros, já que garante um encaixe imediato de 12,7 milhões de euros, verba essencial para o equilíbrio orçamental da SAD.
Ao mesmo tempo, os dragões podem planificar o arranque da próxima temporada sem a pressão de competir no playoff da Champions sem margem de erro, conforme aconteceu no ano passado, frente à Roma, onde acabaram por levar a melhor, assegurando a presença na fase de grupos.
Em termos de valorização de ativos, a ação de Nuno Espírito Santo foi determinante na integração e evolução de jogadores como Felipe e Alex Telles, na afirmação de Danilo Pereira e André Silva e no recuperar da confiança de Iker Casillas e Iván Marcano, elementos experientes que tinham passado tempos difíceis na época anterior. A coesão defensiva é a marca mais vincada de Nuno na equipa.
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