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O mais recente reforço do FC Porto, Luuk de Jong, concedeu uma entrevista publicada este sábado no jornal holandês 'AD' na qual fala das sensações díspares da chegada ao FC Porto. Apresentado no passado domingo, no Estádio do Dragão, viveu por dentro, no dia do seu primeiro treino de azul e branco, a partida do diretor do futebol profissional Jorge Costa.
"Na altura, foi pura alegria, mas três dias depois estava no mesmo local, ao lado do caixão. Passámos pelo estádio para prestar a última homenagem e fomos ao funeral. Foi muito intenso e triste. Ele era um ídolo do clube, com apenas 53 anos, e sentiu-se mal enquanto trabalhava no nosso centro de treinos. Foi um momento marcante para todos nós. Devíamos começar o campeonato este sábado, em casa, contra o V. Guimarães, mas o jogo foi adiado para segunda-feira à noite", comentou o internacional holandês.
Sobre a transferência que surpreendeu o mundo do futebol, prosseguiu: "Procurava mais uma grande aventura. Um regresso, espero eu, à vida de que tanto desfrutei quando joguei pelo Barcelona e pelo Sevilha. Fui para o Sevilha com 29 anos, embora, na época anterior, tivesse praticamente fechado a ida para o Bordéus. O negócio caiu no último minuto. Desta vez, quis viver a experiência de ser jogador livre no verão, pela primeira vez na minha carreira, e ver que desafios isso traria, especialmente na minha idade."
De Jong, de resto, insistiu na importância de Francesco Farioli para aceitar a chamada do Dragão. "Ele disse-me que, tal como no Ajax, também no FC Porto tinha um plantel jovem e precisava de líderes. Falou-me da importância de criar um ambiente de família fora de campo, organizando saídas e momentos de convívio. Gostei da abordagem. Disse ainda que, na época passada, o fiz chorar quando ganhei o campeonato com o PSV e que queria ser feliz comigo esta temporada", vincou o reforço do FC Porto, falando de outras possibilidades que teve para prosseguir carreira, agora e em anos anteriores.
"Clubes da MLS fizeram abordagens, mas rejeitei-as. Há anos, ponderei jogar no México, parecia-me uma grande aventura. Mas, agora, com dois filhos pequenos, não quero estar do outro lado do mundo com a minha família separada. Oito ou nove horas de viagem para nos vermos é demasiado”, acrescentou De Jong.
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