Diogo Costa: o muro que começa a tornar-se mito
Com a sua baliza inviolada em 20 jornadas, foi fundamental na caminhada até ao título e consolidou o seu estatuto como capitão de corpo inteiro
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Na década de 90 e início dos anos 2000, uma criança portista, e porventura não só, que sonhasse ser guarda-redes, só podia ter um ídolo. ‘Baía!’, gritava-se ao agarrar, seguro, de um bola rematada na rua, no recreio da escola, num qualquer pelado ou até relvado, onde quer que, enfim, houvesse uma baliza. Hoje, o nome é outro. Nas costas o mesmo 99 que acompanhou Vítor no regresso às Antas, no campo a mesma capacidade para, por vezes, conseguir defesas impossíveis, mas um outro nome.