O P. Ferreira foi a grande sensação da temporada em Portugal, tendo os castores terminado no 3.º posto da Liga e alcançado a qualificação para a Liga dos Campeões da próxima época. Grande parte da culpa deste sucesso tem de ser atribuída a Paulo Fonseca, jovem técnico, de 40 anos, que se tornou num dos treinadores mais cobiçados da atualidade, acabando por ser o escolhido por Pinto da Costa para suceder a Vítor Pereira no FC Porto.
Antigo defesa, Fonseca retirou-se dos relvados em 2004/05 no E. Amadora, clube onde se lançou como técnico nas camadas jovens. Em 2007/08 iniciou a primeira experiência no futebol sénior, ao comando do 1.º Dezembro, e depois foram “só” cinco épocas até chegar à Primeira Liga. E no ano de estreia no escalão máximo do futebol português colocou o Paços nas bocas do Mundo, com uma escalada que terminou com uma inédita presença na Champions.
Perto da surpresa no Dragão
Sem grandes conquistas nos campeonatos secundários, Paulo Fonseca conseguiu sempre subir passo a passo rumo ao grande objetivo de todos os treinadores, fruto de um trabalho reconhecido a nível de treino. Na primeira experiência conseguiu alcançar a manutenção com a formação sintrense, na Terceira Divisão, e daí saiu para o Odivelas. Na estreia na Segunda Divisão, terminou no 5.º posto da Série D e saltou para o Pinhalnovense, equipa que na altura apresentava fortes ambições de alcançar a promoção.
Em Pinhal Novo, alcançou um 7.º lugar em 2009/10 e um 4.º no ano seguinte e conduziu ainda a equipa aos quartos-de-final da Taça de Portugal, onde foi derrotado pelo FC Porto em pleno Dragão – derrota por 2-0, com os golos a surgirem nos últimos 15 minutos.
O trajeto no Pinhalnovense despertou a cobiça do D. Aves. Fonseca aceitou o convite e rumou aos campeonatos profissionais. Na estreia na Segunda Liga quase conseguiu a subida, terminando no 3.º posto, a apenas 2 pontos do Moreirense (2.º). Estava aí a ser lançada uma carreira que agora se apresenta muito prometedora.
Com uma prospeção muito bem desenvolvida a nível dos escalões inferiores, o P. Ferreira não demorou a reconhecer potencial no técnico que nasceu em Maputo (Moçambique), começando aí uma ligação que só rendeu frutos ao clube da capital do móvel. No entanto, Fonseca vai agora ter pela frente a primeira grande prova de fogo da carreira, ao sentar-se no banco do Dragão.
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