As notícias de que o FC Porto tem um problema financeiro são exageradas. Pelo menos é esta a visão de João Rafael Koehler, que deixou críticas à forma como a candidatura de André Villas-Boas tem abordado o assunto das contas, considerando que o constante maldizer acaba por prejudicar o clube no mercado.
"O FC Porto não tem um problema financeiro, ao contrário do que dizem, tem um problema de tesouraria, como tem a maior parte dos clubes. Nós não somos um clube brasileiro, há clubes brasileiros que se financiam a 6 % ao mês. Nós temos uma taxa média, o nosso serviço de dívida está em cerca de 6,8 % ao ano", explicou, acrescentando: "Estes registos são públicos e não entendemos porque é que a outra candidatura está sempre a falar sobre problemas financeiros e coloca questões nos jornais, quando, devido à legislação que está em vigor, tudo o que acontece nas contas do FC Porto é público. Aliás, houve uma Assembleia Geral para aprovar as contas e elas foram até aprovadas com vasta maioria. O FC Porto não tem um problema financeiro, tem problemas de tesouraria e, no caso da nossa esperada vitória, a instrução do presidente foi para substituirmos dívida muito vinculativa, que é uma dívida muito exigente, e uma dívida má, por dívida menos vinculativa. O que é que isso significa? Queremos refinanciar, não é reestruturar. É substituir dívida por outra dívida em que paguemos menos juros. É só isso."
O homem forte das finanças caso Pinto da Costa garantiu ainda que a única missão da sua lista passa por ajudar o FC Porto. "Reforço a ideia de descrição, porque sempre que se colocam coisas nos jornais, afastamos os investidores. Isso é fazer o jogo dos adversários do FC Porto, que nós achávamos que estavam em Lisboa, mas que afinal também estão dentro de casa. Sempre que alguém do FC Porto vem dizer que o clube está com financiamentos suspeitos, como se isso fosse possível, porque o FC Porto tem órgãos de fiscalização, tem Assembleias Gerais, presta contas à CMVM, isso não é possível nos tempos que correm. Quando se faz isso, só se está a afastar os investidores. E quando se afastam os investidores, a dívida fica mais cara e muitas vezes até impossibilitada. Não fazemos o jogo de quem quer prejudicar o clube, o nosso jogo é ajudar o clube. Mantemos a reserva que temos que manter, mas as taxas a que nos financiamos são as taxas do mercado", completou João Rafael Koehler.
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